"Rir de tudo é coisa de tontos. Não rir de nada é coisa de estúpidos." (Erasmo de Roterdão)
20 de junho de 2011
19 de junho de 2011
16 de junho de 2011
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Para que conste, como adepto e sócio do Sport Lisboa e Benfica, não era este o cenário que tinha previsto.
Apesar de achar que ninguém nunca estará acima do Clube, todo este processo podia (e devia) ter sido gerido de outra forma.
Cábulas !!
Esqueçam tudo o que disse no post anterior relativamente à minha indignação!!!
A principal missão do Centro de Estudos Judiciários (CEJ) é a formação de magistrados, competindo-lhe assegurar a formação inicial e contínua de magistrados judiciais e do Ministério Público.
Ou seja, estamos a falar de um dos principais pilares do poder judicial.
Indícios de que 137 auditores que estão no Centro de Estudos Judiciários (CEJ) a formarem-se para serem magistrados copiaram num teste levou à anulação do exame. Face à impossibilidade de encontrar uma data para repetir o teste a direcção da instituição decidiu atribuir nota dez a todos os futuros magistrados (!!!! deixa ver... temos um problema de datas... dá-se 10 a todos !! isto é apenas para formar magistrados !!).
Para que conste, o teste era de Investigação Criminal e Gestão do Inquérito. Já estamos a perceber o tipo de investigação que nos espera no futuro...
Quando temos um País que acredita que o poder judicial pode ser tratado desta forma, só nos resta resignar àquilo que temos actualmente e ao que nos espera no futuro...
Votos
É estranho que um jornal do Brasil se ofereça para recolher e enviar os votos de. emigrantes portugueses naquele território.
Mais estranho ainda é que uma democracia como a nossa aceite, através da Comissão Nacional de Eleições, este tipo de irregularidades, não se pronunciando sobre a eventual irregularidade, limitando-se a afirmar que os votos do Rio de Janeiro não tiveram influência no resultado final (se assaltarmos um tipo muito rico, qual será o valor percentual que não influencie de sobremaneira a sua riqueza global? A sério, deêm-me um número!!)
Se as eleições fossem em África isto tinha um nome: fraude eleitoral. Em Portugal, pelos vistos, designa-se "acção sem influência nos resultados globais". É a vantagem da Europa, de sermos quase todos alfabetizados... podemos dar nomes pomposos às coisas...
Para quê tanta bandeira?
É já a prometerem que vai ser um executivo que vai dar muita bandeira...
E não havia um sítio para assinar o acordo que tivesse corredores ainda mais pequenos para jornalistas e fotografos trabalharem? E uma mesa ainda mais pequena para 4 de cada lado?
12 de junho de 2011
9 de junho de 2011
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