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21 de novembro de 2010

A Cimeira


A Cimeira de Lisboa (ou as cimeiras, já que afinal foram tantas... Nato, Nato/Rússia, UE/EUA...) acabou por ser uma desilusão para as cadeias de televisão (penso que lhes chamam cadeias porque as pessoas ficam presas àquilo desejando que as libertem ou que lhes dêem um tiro na mona).
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Logo no primeiro dia era o entusiamo pela chuva enquanto as altas individualidades estavam a chegar... mas um entusiasmo sádico, quase que desejando que estivessem era a chover picaretas em brasa (já que água a cair dos céus não dá para encher muitos chouriços, tendo os supostos jornalistas de se sujeitarem a pérolas do tipo "o avião parou... a porta está a abrir-se... sai agora Obama... está a descer as escadas... zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz".
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Outra desilusão foram as manifestações. Nas cimeiras que decorrem nos outros países é habitual verem-se pedras pelo ar, montras de lojas vandalizadas, caixotes do lixo a arder... Em Lisboa não se passou nada disso, para grande tristeza dos supostos jornalistas, os quais já tinham os medidores de sangue prontos para a contagem (uma vénia aqui para o esquema de segurança montado para este acontecimento, irrepreensível do ponto de vista organizativo, mostrando que quando os Portugueses querem e se empenham o País até funciona).

9 de julho de 2009

Jornalismo centenário é assim...

Os jornais centenários são assim! Exigem rigor na informação, não entrando em foclores de outras publicações..
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Ah não!! Parece que afinal não! A escolha da foto de capa do jornal acerca da Cimeira G8 terá obedecido a que critério mesmo? (uma tipa agachada com uns rebarbados a olharem não me parece um grande critério...)
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20 de julho de 2007

A Cimeira

E lá tivémos mais um grande acontecimento mundial em Portugal, desta vez a Cimeira para tentar resolver pela enésima vez o problema no Médio Oriente, como se houvesse solução... Para quem não acompanha a situação naquela zona do globo o que se passa é simplesmente isto: todos os Estados Árabes querem destruir à força bruta o Estado de Israel.
Mais ou menos é isto...
A realização destes acontecimentos em Portugal, que nos deveriam encher de orgulho, não me deixam de preocupar pelo mediatismo que acabamos por ter: já estou a ver o Osama Bin Laden curioso a tentar localizar-nos num mapa... ou pior ainda, as Spice Girls...
Fónix!!!! As Spice não!!!
Não compreendo o mundo árabe. Como sabemos, os cidadãos árabes, especialmente os muçulmanos, têm uma fraquíssima capacidade de resistência psicológica, explodindo por ‘dá cá aquela palha’. Vidé os casos sucessivos que acontecem em Israel e no Iraque, onde um simples muro de separação ou diferenças étnicas constituem logo motivo para se fazerem explodir – ou será implodir? – uma série de militantes muçulmanos, tendo como promessa o encontro no paraíso com 70 virgens (aliás, a única maneira de se encontrarem com todas ao mesmo tempo só mesmo dividindo-se em pedacinhos...). Outra dúvida: 70 virgens juntas?? Isso na Europa tem um nome: Infantário ou 1º Ciclo…
Ah pois é!!
Por outro lado, a maior parte destas explosões são realizadas por indivíduos com mochilas às costas... Que raio de mochilas utilizarão eles? Não viam o Sport Billy quando eram petizes? Esse sim sabia utilizar a mochila!! Se estes não sabem, ao menos não inventem!!! Ou então com carros... se rebentar carros contra paredes é o futuro, então nós, portugueses, estamos lá...
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E isto revela as claras divergências culturais que ainda subsistem entre o mundo ocidental e o oriental: se em Portugal alguém fizesse um muro à revelia, o máximo que poderia acontecer seriam uns tiros de caçadeira nas costas por parte do vizinho… a isto se chama sentido civilizacional e democrático, meus amigos.
Viva Portugal!!
Um pequeno à parte: na remotíssima eventualidade do Presidente do Irão Ahmadi Nejad ou mesmo Osama Bin Laden estarem a ler este post – no intervalo do seu acesso a sites de cariz porno ou, na pior das hipóteses, do site pessoal do Eládio Clímaco – quero aqui expressar que este post nunca existiu e, caso existisse, deveria ser banido da net para todo o sempre.
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