6 de novembro de 2007

Regresso... a Luanda...

E já estou de volta ao reboliço da capital angolana, desta vez a outro hotel que não tem piscina, nem ginásio, nem net em condições (salve-se a Sic Notícias e o SuperSports que permitem passar o tempo que estou no quarto)... e pelo menos em Luanda estou mais perto de Lisboa...

Os voos domésticos são absolutamente sui generis. A ver:
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- o aeroporto militar da Catumbela (entre o Lobito e Benguela) não tem sequer sala de embarque (o check in da bagagem é feito 5 horas antes e depois à hora do voo as pessoas vão chegando, estacionam o carro à sombra a cerca de 100 metros da pista e aguardam que o avião chegue, estilo paragem de táxis);
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- controlo de bagagens simplesmente não existe (são os voos ideais para terroristas se fazerem explodir já que o controlo nem sequer chega a ser mínimo);
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- os bilhetes resumem-se a uma folha de cartão timbrada com o símbolo da companhia e escrito à mão o código do voo;
- lugares marcados também é coisa que não existe (sente-se onde houver lugar... estilo autocarro...)
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Singular no mínimo, não é?
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7 comentários:

Lu disse...

Bem, aí ninguém chega atrasado por causa das burocracias! looool
Não existem mesmo!!! :p

mtheman disse...

bem... para nem falares das hospedeiras... deve ser lindo...

Pedro Almeida disse...

Ainda vais ter muitas saudades dessa terra tão castiça.

Miguel F. Carvalho disse...

nem menciono as hospedeiras, por razões óbvias... lol

Cristina disse...

Sempre te podes sentar ao lado de uma turista incauta!

Ele há horas assim... disse...

Miki...
Mas que terrorista no seu (im)perfeito juízo se fazia explodir numa zona dessas???

A não ser que quisesse cometer um crime passional, fruto de uma relação com uma dessas hospedeiras de que nem te atreves a mencionar...
lol lol lol

;)

Miguel F. Carvalho disse...

os mesmos que se fazem explodir nas ruas de Bagdad, Tikrit, Adis Abeba, Mogadíscio... and so on...

os terroristas não trabalham apenas em NY ou Londres... nem todos trabalham com as elites... lol